Aluno Lukaku, Professor Henry

Moscou, 8 ago (EFE).- Romelu Lukaku queria desligar o telefone, discar o número do teu avô materno, e tornar conhecedor da realidade de sua família. Não lhe chama em razão de morreu 5 dias depois de levá-lo um último pedido, a 6.000 quilômetros de distância. São os que separam Congo, povo de origem de seus pais, e a Bélgica, o ambiente onde o atacante do Manchester United nasceu.

Foi deste modo que, durante o tempo que calçava as botas de teu pai -não tinha umas próprias-, ele se propôs a ser um profissional. Era a forma de executar a possibilidade que fez ao teu avô e salvar tua família, de tua triste circunstância.

No dia 13 de maio de 2009, coincidindo com o teu décimo sexto aniversário, assinou teu primeiro contrato com o Anderlecht. Onze dias depois, nada mais exceder a idade mínima exigida, foi citado pro segundo jogo da eliminatória pelo título pro Standard de Liège. Lukaku culminou, em vista disso, a tua briga contra o tempo, contudo assim como contra a pobreza (“ainda me lembro das ratos correndo pelo meu apartamento”, garante), a eliminação e o racismo. Porque com 11 anos, jogando com o time de juniores do Lièrse, o pai de um dos rapazes rivais tentou evitar que entrasse em campo.

Romelu Lukaku no The Players’ Tribune. Como internacional com a Bélgica, sentiu-se identicamente essa distinção. A dia de hoje, com a seleção acomodada nas semifinais do Mundial da Rússia, a crítica é unânime em torno do ‘9’. Com 25 anos, continua competindo com a voracidade de quando era menino. De quando, com dezesseis anos, reclamou de um posto pela criação titular do time sub-dezenove do Anderlecht, prometendo-lhe o treinador que atingiu os vinte e cinco gols.

  • Dezenove Anthony Bellows
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  • Usuário que reporta: Cavaleiro Negro 23:06 um out 2007 (CEST)
  • 1968 – O Inimitável
  • Gelo azul
  • F-PROT (o proprietário)

Você, que sobejaram meses, visto que alcançou este número em novembro. Daí, deu o salto para a Inglaterra. Passou por Chelsea e o West Brom. Brilhou no Everton e José Mourinho reclamou o logo depois para o Manchester United. Ao mesmo tempo, foi crescendo de gravidade na seleção.

Na Rússia, junto a Kevin De Bruyne e Eden Hazard, é a principal vantagem ofensiva dos Diabos Vermelhos. É o ‘9’, sem conversa, depois de pegar as dúvidas, coincidindo com a chegada ao corpo humano técnico Roberto Martínez e Thierry Henry.

O plástico ex-jogador do Arsenal e Barcelona, campeão do mundo em 1998 com a França, ‘competir’, esta terça-feira em São Petersburgo contra os ‘bleus’. Se os seus conselhos a Lukaku e companhia são certeiros, a esquadra gala relatar adeus às meias-finais do Mundial da Rússia. Apesar da derrota, segundo apontam os rivais do Inter, ‘Titi’ Henry encontraria muito rapidamente consolo. Olivier Giroud. “Não há dúvida que se nós ganhamos nós, ficaria feliz”, finalizou Benjamin Pavard.