Diabetes Tipo 2, Muito Mais Do Que Ter Açúcar Elevado

você Não vê vir, porém está lá. Sempre à espreita. Cada vez mais e mais perto. Até que um dia, sem aviso prévio, enfim te atinge e afunda seu punhal em tuas costas. É a diabetes tipo II, uma doença assintomática, que não dói. Um distúrbio crônico do metabolismo causada pelo mau funcionamento da insulina, o hormônio que produz o pâncreas para processar o açúcar no sangue.

O descontrole dos níveis de glicose nos expõe a inúmeras doenças, como a doença cardiovascular, renal ou cerebral, ou melhor, a depressão ou o declínio cognitivo. Não é um problema exatamente minoritário. A diabetes tipo II está intimamente ligada a outro dos grandes males do universo de hoje, a obesidade. De tal maneira que, como sinaliza a endocrinóloga do Hospital Infanta Sofia, Sharona Azriel, “mais de 80% dos pacientes com exagero de peso ou obesidade têm diabetes tipo II.

foram observados reversiones da diabetes com a redução de calorias sério, tanto por dietas, como por medicamentos e, acima de tudo, com a operação. Especialmente no início da doença”. A obesidade, segundo expõe o chefe clínico da unidade de insuficiência cardíaca do Hospital de Bellvitge, Nicolás Manito, é a base de vários dos mecanismos de comprometimento cardiovascular que tem diabetes.

“Gera um estado proinflamatorio-explica o doutor Manito – ao nível do organismo e esta inflamação é a que vai gerar ação sobre o endotélio vascular, sobre isto os vasos coronários. É a principal razão de ruptura de placas de colesterol que faz com que se formem coágulos e tenha um infarto”.

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O coração é, junto com o rim e o cérebro, principal órgão afetado pelo diabetes. “Mais de 50% dos pacientes diabéticos-observa o doutor Nicolau Manito, vão morrer de circunstância cardiovascular”. A listagem de possíveis patologias decorrentes do diabetes é muito alongada.

Deixe nossos nervos (neuropatias), olhos (retinopatias) ou nos expõe ao declínio cognitivo, demência. Ou até mesmo a depressão. “Viu-confessa a endocrinóloga Sharona Azriel – que há maior taxa de depressão em pacientes diabéticos, que assim como se correlaciona com um pior controlo metabólico e mais complicações crônicas, como a doença hepática não alcoólica”. No final das contas isto, a população ainda infravalora os riscos associados a esta doença. Como observa o médico e presidente da Sociedade brasileira de Endocrinologia e Nutrição (SEEN), Irene Bretão. “No momento do diagnóstico, nem sequer empregam a expressão diabetes. Em vez disso, dizem: “eu só tenho o açúcar grande””.