Os governos de coalizão são próprios dos sistemas parlamentares, predominantes na Europa em que a formação do governo, requer a segurança do parlamento. Nos sistemas presidencialistas, maioritários pela América, o chefe de governo é eleito por voto popular e poderá exercer independentemente do partido que tem maioria no parlamento.
No parlamentarismo, o partido com mais representantes tem a iniciativa pra formar um governo depois das eleições. Se você conta com maioria absoluta, o teu candidato será investido como chefe do governo e terá suficientes garantias para governar sozinho. Tentar formar um governo em minoria; pra fazer isto, você deve negociar com algumas forças políticas para persuadi-los a votar a favor de teu candidato, a posse, e, posteriormente, legislar à procura de apoios parlamentares pontuais em cada votação.
Tentar formar um governo de coalizão; negociar com outra(s) potência(s) a formação de um gabinete de governo que contenha participantes de todos os partidos do acordo. A iniciativa de formar um governo de coalizão costuma proceder do partido vencedor das eleições.
O exemplo mais representativo da coligação governamental atual é a do Reino Unido. O Partido Conservador de David Cameron, ganhou as eleições de 2010, se bem que sem atingir a maioria absoluta. Cameron chegou a um acordo com o Partido Liberal-Democrata Nick Clegg, que, em troca de acrescentar vários dos seus participantes no Governo, lhe trará o suporte parlamentar bastante para uma maioria sólida. Em outras ocasiões, o partido vencedor das eleições, se não tem maioria absoluta, pode-se visualizar ultrapassado pelo resto de forças políticas, se essas formam um governo de coalizão.
Outro exemplo encontramos nas eleições na Galiza (Espanha), em 2005. O Partido Popular, de direita, ficou a uma posição da maioria absoluta, com trinta e sete de 75 cadeiras do Parlamento. Os outros dois partidos que obtiveram representação, o Partido Socialista (25) e o Bloco Nacionalista Galego (13) formaram uma coligação de esquerda chamada Bipartido galego.
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No caso de grupos de diferentes ideologia formem um governo de coalizão para impossibilitar que um terceiro partido aceda ao poder, diz-se que as formações coaligadas estão fazendo um cordão sanitário contra o referido jogo. No ano de 2009, o Partido Popular, o Partido Socialista, partidos rivais pela Espanha, assinaram um pacto pra desalojar o Partido Nacionalista Basco do Governo do País Basco. Nesta ocasião, o candidato socialista Patxi López, foi investido com o suporte do PP, entretanto os conservadores preferiram não fazer divisão do governo.
Além disso, há assim como pela cidade de Zaragoza assembléias de distrito (asambleyas de bico), que canalizam a participação em um mesmo distrito municipal e apoiam o trabalho dos vogais das juntas de distrito. União Aragonesista-Chunta Aragonesista (UA-CHA). 20 e vinte e um de dezembro celebrou-se em Saragoça, a sua I Assembleia Nacional (congresso), perante o lema trilíngue Porque neste momento era hora. Porque prontamente caleba. Perquè ja calia.
Foi eleito teu primeiro presidente, Eduardo Vicente de Vera, ocupando Chesús Bernal da Secretaria-Geral. Em poucos meses, o dez de junho de 1987, o novo partido enfrentou teu primeiro recurso eleitoral, uma convocação triplo a Cortes de Aragão, municipais e ao Parlamento Europeu. CHA concorreu com o lema Semeia o futuro e com o seu presidente como o principal candidato, obtendo resultados testemunhais (6.154 votos, apenas 1%), mesmo que recebendo seus dois primeiros vereadores no município de Silva. Para o Parlamento Europeu, fez porção da coalizão de Esquerda dos Povos, próximo a Euskadiko Ezkerra e outros partidos nacionalistas de esquerda, que não consegue comprar cadeira.
