A Ministra Francesa Da Justiça Diz Que O Casamento Gay Não é Uma ‘Redução’

Após quase dois meses de polêmica e de diferentes manifestações a favor e contra a nova dedicação das ruas do estado, neste momento é a Assembleia Nacional francesa a que tem a frase. O tópico central da conversa é o parágrafo 143 do Código Civil, onde, em um futuro, se aprovada a proposta, diria: “O casamento é selado por duas pessoas de diferenciado ou igual sexo”.

esse parágrafo remetem outros 14 itens, entre eles, o que prevê o direito à adoção, um justo que muitos outros gays e lésbicas não podem desfrutar. A ministra da Justiça, Christiane Taubira, foi a responsável por abrir a sessão com a defesa do texto, que consiste de mais de 5.Trezentos páginas.

Em sua intervenção, Taubira percorreu a história do casal e sublinhou a “secularização do Código Civil”. Entre os aplausos da bancada de esquerda, a ministra sublinhou que “a evolução do casamento é fortemente marcada pelo secularismo, da igualdade e da independência”.

Taubira, em declarações recolhidas pelo jornal ‘Libération’. O que alguns deputados de direita responderam: “nós Contra natura nós”. Logo depois tomou a palavra Dominique Bertinotti, ministra da Família, que destacou que a lei promovida desde o palácio do Eliseu apresenta “uma visão generosa da família, que adiciona e exclui”.

Por sua fração, Erwann Binet, relator do texto, considerou que “este projeto de lei é um avanço social, um salto em frente das liberdades civis”. Henri Guaino, deputado da desalojada do Governo UMP e assessor especial do ex-presidente Nicolas Sarkozy, tem se posicionado contra o projeto. O casamento entre pessoas do mesmo sexo é legal em 11 países do mundo: Holanda, Espanha, Bélgica, Canadá, África do sul, Noruega, Suécia, Portugal, Islândia, Argentina e Dinamarca. Também é boa em outras partes dos EUA e em alguns outros territórios, como a capital do México, o estado mexicano de Quintana Roo, ou o baixo estado brasileiro de Alagaos.

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Francisco Fontes, que tinha a maioria de seus partidários em Quetzaltenango. Próspero Morais, ex-ministro de Reyna Bairros. O primeiro tempo presidencial de Estrada Cabrera, caracterizou-se pela restrição das liberdades que tinham existido ao longo do Governo de Reyna Bairros. Depois do fracasso da invasão, os seguidores de Morales dividiram-se; um grupo decidiu afastar-se pro México e outros ficaram com o líder, mergulhou em uma profunda depressão.

Próspero Morais andou vagando pelas Cuchumatanes durante muitos dias, até que no dia 14 de agosto, decidiu render-se; chegou vivo até a aldeia de São Sebastião, onde faleceu, no dia 17 nesse mês. No decorrer das 3 semanas que durou esta revolução, a imprensa foi proibido de publicar cada notícia a respeito do levantamento e todos os telégrafos foram apreendidas.

por isso, os militares liberais radicais equatorianos, Plutarco Bowen e João M. Triviño conseguiram transpor a divisa com o México, fugindo do Equador, depois de terem sido acusados de traição. Triviño seguiu seu caminho, mas Bowen, em companhia do coronel Felipe Eiras se dirigiu a Tapachula, onde se estabeleceu.